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positivosim@gmail.com Sou um cara normal, que contraiu o HIV em uma relação homossexual monogâmica (ao menos da minha parte). O resto vai ser postado aqui nesse blog...
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terça-feira, 23 de junho de 2015

Tirando o melhor das situações

Hoje foi um dia triste.

Não há perda sem dor.

Meu avô faleceu ontem e hoje ocorreu o velório e enterro.

É sempre difícil o adeus, porém há que se ver além.

No cemitério me vi cercado por amigos e familiares muito queridos. Primos com os quais vivi momentos muito felizes e que passei a encontrar apenas nas horas difíceis. Nas horas de perda de entes queridos.

Ainda que em um momento de fragilidade, estar junto foi algo confortante, e posso até mesmo dizer prazeroso.

O que poderia fazer então?

Através de redes sociais comecei um conversa com meus primos com o intuito de marcar encontros periódicos. Afinal devemos aproveitar a companhia daqueles que nos fazem bem em momentos alegres também.

Minha iniciativa pareceu lograr êxito e já temos um primeiro encontro marcado.

A vida é isso. Momentos difíceis e momentos felizes.

Temos que viver a vida em sua plenitude, com as dores e alegrias, sofrimentos e amores. De outra forma a vida não teria sentido.

Assisti um filme que me fez refletir muito sobre isso. Segue a sugestão abaixo, com conteúdo retirado de “By Star Filmes”:

O Doador de Memorias

The Giver
(2014) 97 min (12 anos)

Em 2048, depois de mais uma grande devastação na Terra, causada pela violência, a humanidade avaliou que emoções eram perigosas para a paz. Decidiu-se eliminar os sentimentos fortes e minimizar as diferenças individuais para evitar sofrimentos e guerras. Todos os habitantes de uma comunidade da América do Norte tiveram suas memórias apagadas, exceto um guardião de memórias, que deveria usar seus conhecimentos e lembranças para orientar o Conselho de Idosos. Os jovens nesta sociedade não escolhiam sua profissão, eram encaminhados para determinadas carreiras, de acordo com uma avaliação de suas tendências. O treinamento das crianças incluía obediência, gentileza e absoluta sinceridade. Além disso, todos os habitantes recebiam diariamente uma dose de certa substância que induzia um estado de calma satisfação.

A unidade familiar do adolescente Jonas incluía pais e um casal de irmãos. Nas horas vagas o jovem divertia-se com os amigos Asher e Fiona, com quem também trabalhava num centro de cuidados para bebês. No dia da formatura todos se surpreendem quando Jonas é escolhido como o novo "Receptor da Memória". A partir deste momento deveria frequentar a casa do "Doador de Memórias", que morava isolado e podia descumprir algumas regras da comunidade. Embora não devesse compartilhar detalhes de seu treinamento, Jonas sente algo especial por Fiona e lhe revela suas descobertas sobre os sofrimentos e alegrias do passado, além de algumas práticas perturbadoras do presente.

Essa sociedade "pacífica", que não suportava a violência, elimina os indivíduos indesejáveis de qualquer idade com injeções letais, belas imagens e musica suave. Jonas não pode suportar a ideia de perder o choroso Gabriel, que conheceu no centro de cuidados com bebês, e resolve fugir com ele. Tanto Jonas quanto o Doador de Memória avaliam que a comunidade seria mais humana se fosse possível devolver às pessoas suas lembranças, mas o Conselho de Idosos discorda e fará de tudo para impedi-los.

Por que será que tantos roteiristas de cinema imaginam um futuro em que trocaremos nossa liberdade pelo bem-estar fornecido por uma sociedade controladora? "O Doador de Memórias" é mais um filme a nos mostrar que nenhum bem-estar material vale a pena, se tivermos que abrir mão de nossa capacidade de decidir e de ter acesso à realidade dos fatos.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

EU SOU UM CARTAZ HIV POSITIVO

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